Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A Virgem Imaculada e a Medalha Milagrosa

ENTRE A RUE DU BAC E LOURDES



Entre Lourdes e a Rue du Bac há ligações íntimas, uma misteriosa sintonia entre as duas principais manifestações da Virgem na França do século XIX, é mesmo um prodigioso ato de amor de seu coração para com esse país.

À primeira vista, escapam, e parece que os dois grandes acontecimentos, o da Gruta na região dos Pirineus e o da Capela parisiense estão distantes, entretanto, se harmonizam e se completam. O segundo (Lourdes) termina iluminando o primeiro.

1830. A Virgem desce a rue du Bac, no coração da velha Paris.

1858. Ela aparece na gruta de Lourdes, às margens do Gave.

Entre essas duas datas, outra se destaca, clarificando ambas as manifestações marianas:

1854. O Papa proclama a Imaculada Conceição de Maria.

Vinte e quatro anos antes, a Virgem preparou os espíritos, preparou os caminhos, trazendo ao mundo uma oração muito curta, muito simples, que os mais ignorantes pudessem aprender, que os pequeninos soubessem balbuciar e os pacientes murmurassem ... Diante dos olhos extasiados da irmã Catarina Labouré, a invocação gravada em letras douradas sobre a Medalha, tem a missão de se espalhar: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós"

Agora, quatro anos após a definição do dogma, sob a rocha de Massabielle, a Virgem confirma a infalível palavra do Papa. Para uma menina que havia pedido seu nome por tanto tempo, finalmente responde com uma emoção indefinível: "Eu sou a Imaculada Conceição."

De forma breve, vejamos agora as duas videntes.

Sem dúvida, Catarina Labouré, a robusta camponesa da região da Borgonha, trazia os braços fortes ao serviço dos pobres, não tem nada, aparentemente, com a pequena e insignificante Bernadette, que sofria com a asma ... Ambas ignoravam a ciência humana, mas eram muito ricas na ciência divina. São irmãs na transparência da alma, simplicidade evangélica e fidelidade heroica.

A cada uma, a Virgem confia uma missão. Os desejos que expressa na rue du Bac e Massabielle se harmonizam divinamente (se completam).

A noviça das Filhas da Caridade terá que fazer cunhar uma medalha cujo modelo lhe foi mostrado durante as aparições e espalhá-la ao mundo. À Bernadette, a "Senhora da Gruta" pede para virem em procissão e que fosse construída uma capela.

A Medalha recordará sua bondade, seu poder; grande e pequeno vão pendurá-la ao pescoço a fim de serem protegidos, curados, consolados ... Lourdes testemunhará as maravilhas mais desconcertantes, milagres de Deus, milagres que florescem …

Indo mais adiante nos detalhes: existe entre as duas videntes um vínculo palpável e tangível. Bernadette vai dizer: "Eu vi a Santíssima Virgem como ela está na Medalha Milagrosa". Agora, a medalha que ela usava durante as aparições, é hoje uma preciosa relíquia preservada como tesouro na rue du Bac.

Rue du Bac. Vem-se, de forma especial, para rezar à Virgem na intimidade do coração. Ela deixou Catarina Labouré apoiar suas mãos em seu colo, olhou em seus olhos ... Isso nos convida a uma atitude de intimidade. Nós chegamos perto, esquecemos as distâncias ... A alma se reconstrói, subindo, transfigura-se sob o misterioso influxo dos raios de graças …

Em Lourdes, é a grande oração das multidões que, em procissão, mergulham nas águas milagrosas, clamam sob o firmamento azul ou o céu estrelado. Não há distinções, não há preferência entre um e outro. Não há comparação de pessoas.

É a mesma Virgem, a IMACULADA, alternadamente grave e sorridente, movida a lágrimas, terna e compassiva, cujos lábios murmuram orações ou pedem penitência ou confiança …

É ELA, em Paris como em Lourdes, uma aparição divina, que ocupa um lugar privilegiado entre nós, chegando a falar com a França dessa pureza que repousa, que atrai, que se alegra e que levanta …


Não há mensagem da rue du Bac e mensagem de Lourdes. Existe uma única mensagem, a da IMACULADA.









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FONTE: Artigo de autoria de Marie ALIX, publicado no site francês da “Association de la Médaille Miraculeuse”: https://www.medaille-miraculeuse.fr/la-medaille-miraculeuse/rue-du-bac-et-lourdes – Traduzido e adaptado para o português do Brasil.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

A Virgem Imaculada e a Medalha Milagrosa

VIRGEM IMACULADA EM LOURDES: 160 ANOS DO TRIUNFO DA IMACULADA CONCEIÇÃO (1858-2018)


Pouco menos de quatro anos da proclamação do dogma da Imaculada Conceição da Beatíssima Virgem Maria por Sua Santidade o Papa Pio IX, através da bula “Ineffabillis Deus” (traduzindo-se do latim: “Deus Inefável”), no dia 8 de Dezembro de 1854, “o inefável Deus” abriu mais uma vez seu magnânimo Coração à humanidade pecadora, permitindo que Àquela que gerou em suas entranhas virginais seu Filho Unigênito, Àquele que nem os céus puderam conter, viesse como a confirmar o que a Igreja proclamara, ou como diria mais tarde o Santo Padre Papa Pio XII: “'O que em Roma, pelo seu magistério infalível, o sumo pontífice definia, a Virgem Imaculada Mãe de Deus, a bendita entre as mulheres, quis, ao que parece, confirmá-lo por sua boca, quando pouco depois se manifestou por uma célebre aparição na gruta de Massabielle'. Certamente, a palavra infalível do pontífice romano, intérprete autêntico da verdade revelada, não necessitava de nenhuma confirmação celeste para se impor à fé dos fiéis. Mas com que emoção e com que gratidão o povo cristão e seus pastores não recolheram dos lábios de Bernardete essa resposta vinda do céu: 'Eu sou a Imaculada Conceição'!1

Essa foi a sensação que se verificava entre os católicos que tomavam conhecimento da nova aparição da Santíssima Virgem Imaculada, também na França, mas agora em uma cidade situada às margens do rio Gave, Lourdes, hoje mundialmente conhecida e que atrai milhões de peregrinos pelos extraordinários acontecimentos que se realizaram, e ainda se realizam, por meio da Medianeira de todas as Graças.

Não foi diferente a reação de Santa Catarina Labouré ao tomar conhecimento das aparições: É a mesma!, e mais tarde, em correspondência confidencial à sua Superiora, Irmã Dufès, fez a seguinte reflexão: Quando a Santíssima Virgem apareceu a Bernadette, disse-lhe: Eu sou a Imaculada Conceição. Vê-se logo que é a nossa.2

A propósito, a imagem da Virgem da Acolhida existente na Paróquia de Lourdes (foto ao lado), já na época das aparições, depois identificada por Santa Bernadette Soubirous como parecida à Senhora que lhe aparecia na gruta de Massabiele, lembra muito a Virgem Imaculada Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Apresenta a Virgem Maria sobre meia esfera, pisando na serpente e com os braços estendidos.

Pois bem.

Foram dezoito as aparições da Mãe de Deus, em Lourdes, a Santa Bernadette, todas no ano de 1858: a 1ª no dia 11 de fevereiro, a 2ª no dia 14 de fevereiro, a 3ª no dia 18 de fevereiro, a 4ª no dia 19 de fevereiro, a 5ª no dia 20 de fevereiro, a 6ª no dia 21 de fevereiro, a 7ª no dia 23 de fevereiro, a 8ª no dia 24 de fevereiro, a 9ª no dia 25 de fevereiro, a 10ª no dia 27 de fevereiro, a 11ª no dia 28 de fevereiro, a 12ª no dia 1º de março, a 13ª no dia 2 de março, a 14ª no dia 3 de março, a 15ª no dia 4 de março, a 16ª no dia 25 de março (Festa da Anunciação, quando a Virgem revelou seu nome), a 17ª no dia 7 de abril, e a 18ª e última aparição, no dia 16 de julho (Festa de Nossa Senhora do Carmo).

Cada aparição traz uma mensagem e tem seu valor mariano e teológico, entretanto, destacaremos apenas algumas que julgamos se destacarem sobre as demais.
Imagens do filme "A Canção de Bernadette", de 1943.

A primeira Aparição se deu em 11 de Fevereiro de 1858, numa fria manhã de quinta-feira, por volta do meio-dia, tendo Bernadette ido à procura de gravetos com suas companheiras Toinette (irmã) e Jeanne Abadie (sua vizinha). Após chegarem às margens do rio Gave, onde havia na parede rochosa uma gruta, conhecida pelo nome de Massabielle, as duas companheiras da Vidente logo entraram na água a fim de atravessar o canal, mas Bernadete exitou haja vista as diversas recomendações de sua mãe, por causa da asma. Entretanto, terminou abaixando-se, e após tirar os sapatos e começar a tirar as meias, ouviu um forte barulho como se fosse “um pé de vento”.

Tendo olhado para as árvores, constatou que os galhos e as folhas não se mexiam (não balançavam), dando continuidade à retirada das meias quando o barulho se repetiu, e ao olhar ao redor, viu que brilhava uma luz dentro da gruta, num buraco acima dos ramos de uma roseira brava. Dentro da luz havia “uma jovem maravilhosa, vestida de branco com as mãos estendidas em acolhimento, como a chamá-la. Trazia um longo cinto azul na cintura, um véu transparente sobre os cabelos longos, e sobre cada pé descalço havia uma rosa dourada”.

Bernadette ficou estupefata, parecia-lhe um sonho, esfregou os olhos, mas aquela figura e aquele sorriso acolhedor não desapareciam. Depois, assim relatou a visão:
Santa Bernadette rezando o terço

Meti a mão no bolso e encontrei o Terço. Queria fazer o sinal-da-cruz, mas não pude levantar a mão à testa. O espanto apossou-se de mim mais fortemente, a minha mão tremia. A Senhora fez o sinal-da-cruz. Então tentei pela segunda vez, e consegui. Logo que fiz o sinal-da-cruz, a grande comoção que sentia desapareceu. Pus-me de joelhos e rezei meu Terço na presença da linda Senhora. Ela fazia passar pelos dedos as contas do rosário que tinha nas mãos, mas não mexia os lábios. Quando acabei o Terço, ela fez-me sinal para me aproximar. Mas não ousei. Então, desapareceu de repente”.

Após aquele encontro foi em direção às companheiras, e teve que responder o motivo de ter ficado de joelhos, rezando por tanto tempo. Mas suas companheiras nada viram e, ao chegarem em casa, contaram tudo aos pais, tendo a santa Vidente sido duramente repreendida, e impedida de retornar à gruta.

A segunda aparição se deu no domingo subsequente, dia 14 de Fevereiro de 1858, aproximadamente no mesmo horário. Nesta aparição se destaca a atitude da Menina ao levar consigo uma garrafinha de água benta para aspergir sobre a aparição. Após a reza do Terço, apareceu-lhe a Santíssima Virgem, e Bernadette assim narra o ocorrido: Então comecei a jogar água benta nela, dizendo que, se vinha da parte de Deus, que permanecesse; se não, que fosse embora; e me apressava sempre a jogar-lhe água. Ela começou a sorrir, a inclinar-se. Mais água eu jogava, mais sorria e girava a cabeça, e mais a via fazer aqueles gestos. Eu então, tomada pelo temor, me apressava a aspergi-la mais, e assim o fiz até que a garrafa ficou vazia. Quando terminei de rezar meu terço, Ela desapareceu e não me disse nada. Nós nos retiramos para assistir às vésperas.
A Santa apresenta um papel à Virgem Imaculada

As primeiras palavras da Virgem Imaculada a Santa Bernadette só ocorreu na terceira aparição, 18 de Fevereiro de 1858 (quinta-feira), quando apresentou um papel para que Nossa Senhora escrevesse seu nome e o que desejava, sorrindo respondeu a Virgem: Não é necessário, e mais adiante, Quer ter a bondade de vir aqui durante 15 dias? Diante da resposta afirmativa da Vidente, acrescentou: Não prometo tornar-te feliz neste mundo, mas no outro.

A quarta aparição foi marcada pelo silêncio, mas na quinta aparição a Santa Virgem ensinou à Bernadette uma oração somente para ser rezada por ela, nunca foi revelada. Na oitava aparição, a Vidente repetiu às pessoas que se encontravam próximas à gruta as palavras da Mãe de Deus: Penitência! Rezem a Deus pela conversão dos pecadores, pedindo ainda a Santa um ato de penitência: Vai beijar a terra em penitência pelos pecadores, tendo todos ficado muito impressionados com a mensagem.
Santa Bernadette cava a fonte, e as pessoas
ficam decepcionadas.

Na nona aparição a afluência de pessoas já era grande (aproximadamente 300 pessoas), tendo nesta aparição do dia 25 de Fevereiro de 1858 (quinta-feira) a Virgem Santa dito à menina que bebesse e banhar-se na água da fonte, Mas, como não a via, fui beber no Gave. Ela me disse que não era ali, e me fez um sinal com o dedo para ir à gruta, mostrando-me a fonte. Eu fui, mas só vi um pouco de água suja. Parecia lama, e em tão pequena quantidade, que com dificuldade pude colher um pouco no côncavo da mão. Eu me pus a arranhar a terra, até poder colhê-la, mas três vezes a joguei fora. Foi só na quarta vez que pude bebê-la, de tal maneira estava suja, e ainda ordenado para que comesse a grama da gruta: Ela me disse para comer da erva que se encontra no mesmo local onde eu fui beber. Foi só uma vez, ignoro por quê.

A décima aparição, no dia 27 de Fevereiro de 1858 (sábado), foi marcada pelo gesto de Bernadette: caminhou por 15 minutos de joelhos e beijando o chão, recomendando que a multidão que ali se encontrava (800 pessoas), repetissem como ato de penitência. A partir daquele dia, a pedra sagrada e o chão da gruta de Massabielle passaram a ser beijados por pessoas do mundo inteiro.

Na décima terceira aparição, dia 2 de Março de 1858 (terça-feira), a quantidade de pessoas que acorriam à gruta passava de 1600, e a Virgem se dirige à Vidente, dizendo: Vai dizer aos sacerdotes que venham aqui em procissão e construam uma capela.
A Virgem revela seu nome a Santa:
"Eu sou a Imaculada Conceição"

Somente na décima sexta aparição – na manhã do dia 25 de Março de 1858 (Festa da Anunciação) – a Mãe de Deus revela seu nome à Santa: Depois dos quinze dias, eu lhe perguntei de novo seu nome, três vezes seguidas. Ela sorria sempre. Por fim ousei uma quarta vez, e foi então que ela, com os dois braços ao longo do corpo [como na Medalha Milagrosa], levantou os olhos ao Céu e depois me disse, juntando as mãos na altura do peito, que ela era a Imaculada Conceição, ou no dialeto local: Que soy era Immaculada Counceptiou.

Santa Bernadette, porém, não conhecia e não compreendia o significado desse nome, e falou decepcionada: Mas então você não é a Virgem Maria?, vendo-A desaparecer, entristecida se dirigiu ao pároco, Padre Peyramale, que ao questioná-la a respeito da identidade da Aparição, se era Nossa Senhora, recebeu como resposta: Eu creio que não, Padre Vigário. Ela me disse que é a Imaculada Conceição.

Diante da pureza, ingenuidade e simplicidade da resposta, o Pe. Peyramale estremeceu, empalideceu e não pôde conter as lágrimas, e a partir de então não mais duvidou daquela humilde camponesa, semianalfabeta, que não conhecia o sentido daquelas palavras da Virgem Maria, cujo dogma havia sido proclamado quase quatro anos antes.

Ainda ocorreram mais duas aparições. Na penúltima houve o “milagre do círio” (chama da vela que não queimou a Vidente, embora tenha passado 15 minutos entre suas mãos), e a última se deu no dia da Festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de Julho de 1858, tendo Bernadette se ajoelhado à beira do rio Gave e diante da gruta rezado o Terço, quando, de súbito, tendo seu rosto se iluminado, declarou: Sim, sim, Ela está lá e nos sorri por detrás da cerca!..., e após a longa aparição dessa data, a santa Vidente afirmou: Jamais a vi tão bela!, e logo depois, Nunca mais a verei....

Assim se deram as aparições da Virgem Imaculada em Lourdes, e da fonte donde até hoje brota água cristalina e inúmeras graças que fazem de seu Santuário um dos mais visitados do mundo, senão o mais visitado.

As relações entre o Santuário de Lourdes e o da Capela da rue du Bac em Paris, são muitas, ambos ligados por um traço comum: a Imaculada Conceição da bem-aventurada Virgem Maria.

Sua festa litúrgica ocorre no dia 11 de Fevereiro de cada ano.

Concluímos com a oração composta pelo Papa Pio XII à Virgem Imaculada Nossa Senhora de Lourdes:

Dóceis ao convite de vossa voz maternal, Ó Virgem Imaculada de Lourdes, acorremos a vossos pés junto da humilde gruta onde vos dignastes aparecer para indicar aos que se extraviam, o caminho da oração e da penitência, e para dispensar aos que sofrem, as graças e os prodígios da vossa soberana bondade.

Recebei, Rainha compassiva, os louvores e as súplicas que os povos e as nações oprimidos pela amargura e pela angústia elevam confiantes a vós. Ó resplandecente visão do paraíso, expulsai dos espíritos – pela luz da fé – as trevas do erro. Ó místico rosário com o celeste perfume da esperança, aliviai as almas abatidas. Ó fonte inesgotável de água salutar com as ondas da divina caridade, reanimai os corações áridos.

Fazei que todos nós, que somos vossos filhos por vós confortados em nossas penas, protegidos nos perigos, sustentados nas lutas, nos amemos uns aos outros e sirvamos tão bem ao vosso doce Jesus que mereçamos as alegrias eternas junto a vosso trono no céu.

Amém.


Por Maria a Jesus!

Sou Todo Teu, Maria.






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Bibliografia e outras fontes consultadas:

CASTRO, Padre Jerônimo Pereira de. “Santa Catarina Labouré e a Medalha Milagrosa”, Editora Vozes, 2ª edição/1951.

DAFAUR, Luis Eduardo. “Lourdes e Suas Aparições Esperança para Quem Precisa de Socorro”, Editora Petrus, São Paulo/2009.

BÖING, Mafalda Pereira. “Lourdes: Fontes de Graças”, Edições Loyola, São Paulo/2005.

Carta Encíclica “Le Pèlerinage de Lourdes Sobre Centenário das Aparições da SS. Virgem em Lourdes”, do Papa Pio XII, Roma em 2 de Julho de 1957, Festa da Visitação da Santíssima Virgem.

Blog “Lourdes e Suas Aparições” (https://lourdes-150-aparicoes.blogspot.com.br/)


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1 Carta Encíclica “Le Pèlerinage de Lourdes Sobre Centenário das Aparições da SS. Virgem em Lourdes”, de 2 de Julho de 1957, Lourdes e a Santa Sé, §6 (excerto).


2 cf. CASTRO, Padre Jerônimo … Santa Catarina Labouré …., Cap.IV, pp. 111-112.